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Duas perguntas dificeis de responder?

Um dia desse estava no meu perfil no Facebook venda as atualizações do amigos e vi um print da tela do yahoo com essas perguntas:

1) Se você conhecesse uma mulher grávida, que já tivesse 8 filhos. Dois dos quais surdos, os outros dois cegos e um retardado, e ela tivesse sífilis, você recomendaria que ela fizesse um aborto
Leia a próxima pergunta antes de responder a esta.

2) Está na hora de eleger um novo líder mundial, e você tem direito a voto. Aqui estão algumas informações sobre os três candidatos: 
Candidato A - Está associado à políticos corruptos, e consulta astrólogos. Já teve duas amantes. Fuma como uma chaminé e bebe de 8 a 10 martinis por dia. 
Candidato B - Já foi despedido de dois empregos, costuma dormir até o meio-dia, usava ópio na universidade e bebe um quarto de uma garrafa de whisky todas as noites. 
Candidato C - Ele é um herói de guerra! Condecorado. É vegetariano, não fuma, bebe uma cerveja ocasionalmente e nunca teve nenhuma relação extra conjugal. 
Qual destes candidatos você escolheria? 
Qual é sua resposta ? 
Pensou bem ? 

...O Candidato A é Franklin D. Roosevelt. Candidato B é Winston Churchill. Candidato C é Adolph Hitler

Ah! E a resposta para a pergunta do aborto: se você disse sim, acabou de matar Beethoven
"Interessante, né? Faz a gente parar para pensar antes de julgar os outros. Lembre-se: Amadores construíram a Arca de Noé, profissionais, o Titanic!"
O que vocês responderiam?


Realmente essas duas pergunta faz a gente parar para pensar antes de julgar os outros, mas quero deixar aqui o meu ponto de vista a respeito da pergunta 2


 "Roosevelt foi quem deu inicio à Corrida Nuclear. Como sabe Truman era vice-presidente dos estados unidos no tempo em que Roosevelt foi presidente. Truman foi o presidente americano que mandou lançar a bomba atómica sobre o Japão. Portanto, Roosevelt também não foi propriamente um santo".
Fonte: Facebook

TEORIA DA TETA


O sentimento de rejeição parece ser uma lembrança de um comportamento de auto preservação na luta pela sobrevivência. De outro lado, o que vem a definir determinado indivíduo como o mais disputado pelo sexo oposto poderá ser a posição que figure, ou como um filhote a ser amamentado ou como uma teta disputada.

Se sou um dentre muitos filhotes mamíferos em uma fêmea que não tem tetas suficientes para amamentar a todos ao mesmo tempo, então dever-me-ei tornar agressivo para que consiga ser amamentado. O meu choro, assim, iria angustiar a fêmea que passaria a dar prioridade a mim. Quando o número de filhotes é igual ao número de tetas, então se estabelece um equilíbrio. E ainda se houver mais de uma teta para cada filhote, então haverá poder de escolha por cada filhote.

No caso de só haver um filhote, assim todas as tetas estarão a sua disposição. O seu poder de escolha será enorme e não haverá concorrência. Numa analogia podemos associar a teta a um individuo, homem ou mulher, disputado por outros, que por sua vez poderiam ser associados aos filhotes.

Uma mulher muito bela pode ser comparada a uma teta que é disputada por vários filhotes. Com se vê, um homem rejeitado é como um filhote sem teta para se alimentar. E então o seu instinto de auto preservação o fará chorar para que a fêmea amamentante lhe de atenção.

Assim concluo que o sentimento de rejeição nada mais é do que uma lembrança de um comportamento de auto preservação na luta pela a amamentação, ou seja, pela sobrevivência. Bem como, o que vem a definir determinado indivíduo como mais disputado pelo seu sexo oposto será a posição que figure, ou como filhote a ser amamentado com maior ou menor poder de escolha;  ou como uma teta disputada.



           

O FASCISMO ESTÁ AQUI!

Países politicmente agressivos e com uma história belingerante e cientificamente muio desenvolvidos ao longo das gerações desenvolveram técnicas de manipulação de pessoas que esta a disposição para quem quiser delas se apropriarem, cabe a nós fiscalizar para que o nosso frágil país e nosso povo não venham a serem vitimados por este tipo de mecanismos fascistas que hoje é muito favorecido pela tecnologia disponível no mercado. 

As divagações abaixo na forma disposta possibilitam ao senso comum assimlar com mais facilidade estes riscos invisíveis ao nosso sistema jurídico ou a culturas negligenciadas.

REFLEXÇÃOES SOBRE O RUMO DO NOSSO PAÍS

NAS MÃOS DOS BARÕES DO CAPITALISMO.

MEDIOCRIDADE DISSECADA

Aproximem-se, todos.
Vamos prestar bem atenção agora!
Olhem para esta enorme
E primitiva forma de vida
Por traz desta pele pegajosa
Hum! Que odor fétido! Quanto 'medo' exala!
Ponham a mascara e vamos continuar...
Descolando-se vagarosamente...
Vejam! A identidade fica à mostra
Arregaçando as bordas, afastando-se.
Todas estas coisas
Sua real forma, assim, fica exposta...

Que anatomia exótica!
Certamente, pelo medo foi moldada,
Sua natureza...,
Inequivocamente, é a...quem sabe?
Isto, correto! A da mediocridade.
Uma espécie muito rara
De língua muito desenvolvida
Essencialmente idiota
De verdade mentira, denominada.
Engodo que em seu pequeno habitat
É tida como verdade,
E, agora, neste estado.
Vemos desmoronada e revelada

Vejam só!Nesta região...
Incrível!
A base é composta de mentiras
Anotem a conclusão
Esta espécie é pura falácia
Provavelmente
Esforça-se enormemente
Para sobreviver
Num mundo a ela
Completamente invisível
Numa vida angustiante
E desesperada
Que não consegue ver
E por isto em tudo esbarra

Esta espécie diante de nós
Ao final, após seu trajeto.
De intenso temor
Parece ter sido expelida,
Pela vida, vomitada.
Possivelmente, a “mortis causa”.
Tenha sido sua ignorância
E o medo da dor
Triste destino, longo martírio.
Aos poucos, dilacerada.
Da existência, para o esquecimento.
De dentro para fora
Com suas besteiras, expurgada.

Observem aqui!
Que curioso!Estranho!
O nada compõe a sua essência
O vazio é aprisionado
Por uma frágil película
Provável e inexplicavelmente
Funcionem em alto nível de ignorância
Desenvolveram um restrito universo
A sangue e sofrimento de anjos
E nele, totalmente perdido, perambulado.
Evidenciando, dentre outros sintomas
Muito egoísmo e arrogância
Força fraca
Por necessidades promiscuas motivado
Preservado por sua organização
Obtusa e criminosa
Pelas circunstâncias beneficiado

Crescem de fora para dentro
Agregando-se a objetos
Dos quais não conseguem se desprender
Seu destino, por toda uma vida
Pela dimensão física adquirida
Desprovidos de qualquer sentimento
Constitui-se em ficar parado
Exercitando sua enorme e peculiar
Vocação para o esquecimento

Até que viveu muito
E isto é um mistério
Neste mundo dos deuses
Ora homens, ora ideais.
Imortais, que dão forma a tudo.
Pois capazes de entender
E de ver aquilo
Que seres medíocres como este
Partículas do inicio ao fim
Nunca poderiam ter
Por não poder enxergar

O FASCISMO ESTÁ AQUI

Acesse pelo google
Aproximem bem com o zoom
E dê uma boa olhada
No pais do avião caído
2,3 dias após
A cada crise política iniciada
Veja que não há só verde e sol
Praias e belas mulatas
Com a pele molhada
Perceba nas aglomerações
Crianças fora das escolas
Rindo amargamente, doentes.
Muita gente esfomeada ociosa
Deitada na calçada
Tem algo de muito errado
Hábeis guerreiros adormecidos
Moleques autoridades
Santos caluniados no presídio
Artistas mendigos
Sangrando em silêncio
Medíocres celebridades
E muitos bandidos no senado

As árvores em nosso quintal
São belas e impressionam
Mas há muitas frutas podres
O tronco é monolítico
O impacto tem que ser forte
Não se preocupe com as paredes


Tudo já esta manchado
Freud já disse para Einstein
Que os conflitos internos
Devem ser levados para fora
Para o humano do ser
Tornar-se libertado
Pessoas como nós
Inicialmente irão gritar
Desesperar-se
Temerão pelos seus filhos
Mas ao final
Perceberão sua força
E que tudo estará finalmente
No seu devido lugar

Acredite!
O fascismo está aqui
Coisas pequenas, partículas.
Estão rapidamente
Proliferando-se no ambiente
Mesmo cegas têm muito poder
São entre si muito organizas
Estão nos dizimando
Fazendo-nos sofrer, chorar.
Apropriaram-se das ciências
Descobriram um caminho
Para nos atingir por dinheiro
Uma freqüência,
Fora da listinha de direitos
Que só quem tem sentimentos
Podem escutar
Encontraram nossa alma
Querem nos escravizar

Acreditem
O fascismo sempre esteve daqui
Agridem nossos irmãos
Pois sabem que daríamos
O sangue por eles
Só para nos infectar
Vamos, por favor!
Podem chutar
Somos fortes, resistiremos.
Já levamos pontapés
Todos os dias
Acreditem! Nossas crianças
Estão sendo jogadas pela janela
Por migalhas!
Pagam pelas dividas dos pais
Estamos acostumados a apanhar

O fascismo evoluiu
Manipulam e aprisionam
Jovens inocentes
Guiados com vozes artificiais
Inseridas em nosso ambiente
Subjugam meninas
Depreciam o brilho da sua juventude
Fazendo-as pensar estarem doentes
Fazendo-as entregar sua alma de presente

É inacreditável
Mas o fascismo não morreu
Sofreremos amadureceremos
Cairemos levantaremos
Apanharemos bateremos
Mas ao final
Só nós sobreviveremos
Pessoas de caráter
Mulheres, homens, ideais

As frutas de polpa azul
São podres e cairão rapidamente
Adubarão a terra
E nós permaneceremos onde estamos
Firmes para construir um novo mundo
Cumprir o verdadeiro projeto de Deus
Sem interferências fascistas
Na nossa privacidade
Sem pérolas de 'sabedorias'
Atrapalhando pelo caminho,
Livres para continuar

QUEM CONTROLA O PODER SUPREMO?

O transito foi assumido por empresa pública liberando o policiamento desta atividade de outro lado, há carência de médicos na rede pública. A o Estado pela televisão age, durante as investigações de alguns crimes que adquirem notoriedade, como se tivessem íntimo conhecimento quanto aos fatos que os envolvem. O Estado precisa preservar a sua segurança quanto as suas informações sigilosas, pois o Estado tem como base de sua hegemonia a dominação e submissão da sociedade. Uma tecnologia quando divulgada a sua existência, há muito, já foi posta a disposição ao Estado.

A possibilidade de acesso a determinadas funções por indivíduos que não fazem parte dos quadros do serviço público e a carência de ética na constituição de nossa sociedade faz com que estes instrumentos de proteção institucional sejam desviados para finalidades diversas da finalidade pública. Desde a assunção, por empresa pública, o policiamento ostensivo foi liberado desta função fazendo deduzir que este contingente passou a assumir outras atividades. De outro lado, é notória a falta de profissionais na área da saúde, muito embora o seu número faça deduzir que não correspondem com o déficit de servidores. Muitas vezes, estranham-se alguns pronunciamentos pela mídia que tendem a divergir dos fatos evidenciados na averiguação dos fatos criminosos como que já sabidos de forma muito minuciosa as suas circunstâncias.

Muitas instituições têm em sua essência a preservação de certas informações obrigando-as a empreender um controle muito severo que muitas vezes resulta na invasão de esferas privadas. Como as normas que regulam o comportamento dos indivíduos integrantes da sociedade não se fundam em uma legitima adesão através do consenso da maioria através dos processos políticos e legislativos democráticos, então os grupos em hegemonia para garantir a eficácia da lei acabam por ter que desenvolver uma dinâmica desestruturante e subjugadora de potencias forças divergentes.

Este fato faz resultar na delineação de uma estrutura de poder onde os topos encabeçadores do poder operem em baixo potencial em virtude das eliminações dos tipos ideais segundo o nosso estágio natural de desenvolvimento macro-político e de potencialidades humanas. Esta desqualificação vocacional que cria um efeito negativo em cascata fulmina a eficiência das persecuções do Estado em virtude dos desvios de uma atuação ideal, por imperícias, inaptidões, comportamentos antiéticos...

O constante esforço pelo domínio político frente a esta sociedade, que não vê na legislação e na atuação do Estado as respostas ou soluções para os problemas de seus cotidianos, o faz desenvolver métodos e instrumentalizar-se para dominar a população. O ímpeto de dominação passa necessariamente pela máxima obtenção de informações possível.

Atualmente, tem-se como notória a existência de tecnologias capazes de conferir um quase absoluto poder de imersão em esfera privada sem necessariamente haver invasão física. Estas tecnologias vão desde microcâmeras imperceptíveis com espessura de um fio de cabelo, a equipamentos de infravermelho capazes de detectar fontes de calor e assim reproduzir fielmente um ambiente e os indivíduos que ali estão inseridos e tudo isto sem sequer precisar instalar qualquer mecanismo em seu interior. Bem como através de microondas e estimuladores ou desestimuladores intracranianos já é possível interferir na psique humana possibilitando a manipulação de certos comportamentos, até mesmo induzir estados de intensa estimulação sexual.

Uma tecnologia quando desenvolvida, muito antes de entrar no mercado e por uma questão estratégica, é explorada pelo Estado para atingir a sua finalidade de manutenção de poder e dominação da sociedade. Assim, quando somos cientificados de alguma tecnologia inovadora, décadas antes, muito provavelmente, já foram postas a serviço da atuação desestruturante, subjugadora e angariadora de informações procedida pelo Estado. Assim, numa hipótese extraordinária a título de exemplificação, digamos que nesta data descubra-se uma forma de transplantar um cérebro de um corpo para outro. Então, segundo, as deduções aqui apresentadas esta possibilidade seria de imediato utilizada para todas as finalidades imagináveis, e só após o máximo proveito desta técnica, após décadas, então seria disponibilizada para proveito comercial não sigiloso.

Abrindo-se um parêntese a partir deste exemplo alerta-se que o surgimento de inovações cientificas tão revolucionária quanto esta mexeriam com sentimentos existenciais e o ímpeto de autopreservação dos indivíduos fazendo-os agir como se estivessem em máxima luta pela sua própria existência. Assim cogitando-se a possibilidade da descoberta de alguma técnica muito inovadora e que representasse uma sobrevida muito significativa para o ser humano, então esta possibilidade, suponho, iria despertar o interesse de forma muito intensa por parte dos indivíduos, todavia seriam aqueles que detêm a hegemonia do poder político e econômico é que se beneficiariam destas inovações e muito provavelmente haveria adoção de medidas contra a população para viabilizar os seus ímpetos de autopreservação. Quantas pessoas já não teriam sido assassinadas para suprir a necessidade de algum doente do coração?

As instituições vigentes desvirtuam os atos de governo e suas prioridades de uma finalidade pública em virtude da predominância elitista. Assim todo este patrimônio institucional com as técnicas e tecnologias que só seriam passiveis de serem adquiridas por um Estado com todos os recursos postos a sua disposição acabam por servirem de instrumentos para a consecução de objetivos predominantemente restritos aos interesses deste pequeno grupo que detém o poder. Como a base da política empreendida por esta elite não guarda em sua essência um interesse público, recursos de conhecimento e tecnológicos poderosíssimos acabam voltando-se contra os próprios integrantes desta sociedade que se deveria beneficiar deste aparato. Isto ocorre, pois os interesses de pequenos grupos inevitavelmente divergirão do restante da população.

Tendo em vista a notoriedade das tecnologias existentes, bem como o evidente esforço de elites em preservar a sua hegemonia sobre o restante da população, deduzo que as instituições acabam por abusar de seu poder, sob a justificativa de garantir o regular funcionamento de suas atividades. Assim sendo, invadiriam a privacidade de seus funcionários, bem como, diante deste grande poder, pela tecnologia posta a sua disposição e total desqualificação ética e moral de seus operadores, acabam por interferir na dinâmica comportamental dos indivíduos e nas suas relações familiares, com a única finalidade de suprir necessidades particulares e até promiscuas.

Deduzo que com a vulgarização destas tecnologias seja possível que cada instituição fique encarregada de manter este controle sobre seus próprios funcionários, sendo que aqueles trabalhadores considerados subalternos indiscriminadamente fiquem submetidos a supervisão de instituições encarregadas de conter a população em geral. Assim, seguranças, profissionais da limpeza, e demais profissionais subalternos, muito provavelmente fiquem submetidos à supervisão de instituições encarregadas da segurança pública e submetidas aos seus princípios e critérios.

De outro lado, aqueles indivíduos cujo comportamento distinga-se da maioria, por sua vez, será disputado por profissionais da área médica e ou estudiosos do comportamento humano. Muito provavelmente as autoridades inativas como juizes, promotores, delegado, políticos e empresários de grande influência seriam presenteados com esta nova função praticamente divina. Muitos provavelmente teriam suas mortes forjadas e executariam esta função em local altamente restrito. Este tipo de poder muito provavelmente seja aplicado por diversos países e pode ser evidenciado e, metafórica e sutilmente, denunciados em musicas e filmes, ex: Cidade dos Anjos, Gamer, na música “EU VI GNOMOS - Tihuana”, Matrix, Avatar e muitos outros.

Todavia, como este nível de controle já totalmente à margem dos limites normativos vem a ser um instrumento poderoso de manutenção da hegemonia de certas elites, então muito provavelmente tenha sido estendido para o restante da população criando-se um novo nível de poder ilimitado e imoderado possibilitando uma intervenção muito antecipada a qualquer ação, criminosa ou não.

O grande poder econômico confere às multinacionais e ao sistema financeiro utilizar-se em seu próprio proveito de todo este aparato Estatal pela natureza do fator orientador dos atos dos servidores e agentes políticos, não raras vezes, subordinarem-se aos frutos da corrupção. Então as possibilidades que se possa cogitar para a utilização de todo este aparato estará à disposição destas empresas para, através de toda a sua inescrupulosa eficiência, maximizar os seus lucros e atingir aqueles que ofereçam oposição aos seus domínios.

Assim, além daquelas possibilidades coercitivas, agressoras, até fatais, e manipuladoras, também, estas empresas poderiam beneficiar-se de outros frutos que lhe confeririam grandes possibilidades de lucro, como por exemplo: indivíduos que produzissem obras ou invenções em suas privacidades, muito provavelmente acabariam tendo suas idéias plagiadas; ou ainda o seu cotidiano e dramas poderiam ser utilizados como produtos de valor incalculável pelas indústrias cinematográficas e editoras; para auferição de lucros através da pedofilia em mercado nacional ou internacional altamente restrito no comércio de imagens de crianças em suas privacidades em exercício de suas intimidades...

Este tipo de vazamento de informações e vulgarização e privatização da aplicação dos métodos e técnicas de controle do Estado põem em risco a organização interna e também a organização dos países que tem nestes métodos a base de sua própria organização. Assim, as políticas desqualificadas devem ser reformuladas, como a utilização de indivíduos desqualificados para exercer certas funções ou o impedimento do seu exercício por aqueles capazes de deduzirem estas informações.

A vulgarização das informações, métodos e técnicas de utilização estratégica pelo Estado comprometem a organização de todos os países que tem nestas informações e métodos a base de seu poder. Este fenômeno negativo decorrente do efeito positivo da lei do nepotismo é algo novo em nossa história e cujo efeito interno e externo ao nosso país vem a ser desconhecido. O efeito da proliferação destas informações para os demais países que tem no monopólio destes conhecimentos a base de seu poder poderá desencadear uma xenofobia em relação aos nacionais dos paises desorganizados e até tentativas de ingerências em suas políticas.

Assim evidenciam-se os esforços dos países em máxima organização para impor, aos países desorganizados, certa estruturação. A razão de ser deste esforço seria o de preservar a sua própria organização interna com a preservação de conhecimentos estratégicos para a manutenção de seus poderes. Assim, o impedimento da renovação dos parâmetros dos critérios para preenchimento de certas funções na estrutura do Estado possibilita que indivíduos de alto funcionamento intelectual capazes de deduzir estas informações estejam à margem de qualquer dever legal de sigilo. E este risco parece se justificar para alguns países pela necessidade de garantir a subsistência de certos grupos de pessoas de uma elite.

Em conclusão, deduzo existir um quarto poder interferindo imoderadamente na dinâmica de nossa sociedade a partir de princípios e valores desqualificados e incoerentes na mesma medida da desqualificação e incoerência dos ocupantes dos cargos públicos em nosso país. Apesar desta configuração já incoerente deste método institucional de invasão e interferência na privacidade e intimidade do nosso povo há um agravamento deste status da relação de poder do Estado com o acesso de indivíduos desqualificados e estranhos aos quadros dos serviços públicos quando estes utilizam conhecimentos estratégicos em favor do setor privado. Esta privatização dos métodos e técnicas estratégicas para a manutenção do poder compromete a organização interna do nosso país e dos outros paises que vêem nestes a essência de suas organizações. A vulgarização destes métodos poderá desencadear políticas xenofóbicas por aqueles paises que se vêem ameaçados pela quebra do sigilo desses conhecimentos. A preservação do conhecimento estratégico na manutenção do poder e organização do Estado deve partir da renovação dos critérios para alocação das funções de Estado de modo a preterir aqueles que naturalmente possuem aptidões para deduzirem estas informações para que estes estejam sob a fiscalização do Estado. De outro lado, certas funções devem ser vedadas aos indivíduos desqualificados para que aqueles com alto poder de dedução não fiquem à margem dos mecanismos e métodos de contenção da proliferação de conhecimentos estratégicos.

MOVIMENTO DE TUBARÕES

Comportamentos recorrentes durante gerações dentro de uma população e que não se enquadram num padrão de normalidade por vezes são vistos como um problema individual de alguns, mas poderiam sim ser um prenúncio de algum tipo de fenômeno natural ou social.

Verificou-se que alguns animais migram para outras regiões semanas antes da erupção de um vulcão ou da ocorrência de terremotos. Estes animais possuem uma sensibilidade que lhes possibilitam afastarem-se dos riscos aos quais estariam submetidos quando destes fenômenos naturais. Embora não tenham inteligência ou consciência antecipam-se a um potencial e fatal risco. Assim estes animais, de tempo em tempo, deslocam-se para outro local.

Agora, em exercício de imaginação, cogitemos que estes evoluam a uma condição inteligente e consciente. Acredito que diante desta evolução, aquele comportamento de auto-preservação persistiria e passaria a ser contemplado pelo próprio animal que passaria a perceber e tentar compreender sua razão de ser.

Eventualmente este comportamento seria interpretado de diversas formas, dentre as quais, alguma vira a tomar a forma de algum ritual revestido de fundamentações tradicionalistas. Provavelmente a própria e real razão de ser deste comportamento não seria associado ao fenômeno natural e passaria ser explicado como com uma outra finalidade conforme a cultura deste animal.

Com isto, deduzo que muitas de nossas tradições ou de alguns povos tenham por traz algum fator cíclico que em algum momento tinha ou ainda tenha alguma razão de ser, até mesmo de auto-preservação. De outro lado, com as migrações para outra região, estes comportamentos seriam preservados, muito embora não mais houvesse razão de ser, pois em região onde inexistiriam estes fenômenos.

Também alguns indivíduos poderiam preservar esta memória enquanto os demais não, fazendo-o comportar-se dissociadamente em relação ao conjunto, mas que, todavia representaria uma antevisão de fenômenos sociais ou naturais cíclicos de repetição para muito além do tempo de vida médio dos indivíduos. Assim, em conclusão, comportamentos recorrentes dentro de uma população e que não se enquadram num padrão de normalidade devem ser vistos não como um problema individual de alguns, mas sim como um prenúncio de algum tipo de fenômeno natural ou social.

A DIGITAL DE DEUS

A natureza é muito sábia, analisemos as lágrimas de uma criança. Sua composição é a medida exata para o soro caseiro que hidrata e faz reter líquido estimulando a produção do leite materno. A simbiose entre mãe e filho é uma obra prima. Muitos percebem que não são uma só coisa, muito após a fase adulta. Amor materno é a causa de nossa existência!

Quem acha que pode facilmente substituir a natureza no processo de desenvolvimento de nossa sociedade e do ser humano é um idiota! Alias, creio que a comédia surgiu com a tentativa deste em tentar inutilmente explicar algo muito profundo e complexo. Como são eles que estão no poder, somos obrigados a conviver com lixos em exposição. O esforço dos idiotas em levianamente substituir os complexos processos de desenvolvimento da sociedade e do ser humano acabou por marginalizar artistas, cientistas, gênios e autoridades naturais para dar lugar de excelência para imbecis incompetentes.

O que seria a digital de deus? Todo aquele que se opõe fervorosamente ao poder, inconscientemente traz em si uma cicatriz, a marca da digital de um Deus anão. Acredito que os partidos comunistas e socialistas em nosso país são a reunião de indivíduos impedidos de compor ativamente o Estado, embora fossem muito capazes e donos por direito natural de ocupar os espaços conferidores máximo de poder de decisão, acabaram impedidos de cumprir o seu papel. O motivo de seus animus serem tão acirrados seria por inconscientemente saberem do crime a que foram acometidos desde sua infância com a interferência em seu desenvolvimento psíquico.

VACAS FELIZES E PRONTAS PARA O ABATE

Nossa população está sendo agredida, torturada, assassinada, dizimada por grupos das elites em hegemonia para preservar o seu status, nos obrigar a pagar dívidas impagáveis e induzidas, para diminuir a concorrência em concursos públicos, para saciar as suas necessidades psicopatas. E tudo isto em virtude de nossa passividade, de nossa ignorância para tudo isto que ocorre diante de nós diariamente, com nossos filhos, cônjuges, pais, irmãos e que negamos, pois não enxergamos ou entendemos as razoes ou o meio agressor. Esta minoria é beneficiada com a disponibilização de tecnologia de ponta e poder de manipulação das grandes massas, nós oprimidos, em seu favor.

Este fato é notório para quem empreenda um mínimo de esforço para perceber isto. Bastar-se-ia perceber as mortes envolvendo artistas, personalidades públicas ou de seus parentes. Conformam-se com o assassinato de entes queridos e assim calam-se, embora cientes do que ocorreu pois impotentes diante da falta de percepção pela população e omissão pelas autoridades. E assim incrementam o contingente de pessoas que passarão a fazer vistas grossas ao genocídio empreendido pelas elites em hegemonia. Não precisamos disto, não precisamos nos subjugar ou aceitar que nos transformem em bobos da corte, vacas felizes e indiferentes ao inevitável abate e espalhadas pela cidade.

Vejam, quando uma tecnologia é desenvolvida, apenas décadas após será divulgada para a população. Existe um tipo de câmera de fibra óptica imperceptível e com a espessura de um fio de cabelo. Todas as residências são monitoradas e controladas para garantir a hegemonia de determinadas elites, por que motivos abririam mão desta possibilidade. Nós somos sim atrapalhados quanto aos nossos objetivos de ascensão, estudos, somos manipulados e adoecidos criminosamente, sempre foi assim. Divertimos integrantes destas elites que invadem nossa privacidade e não fazemos nada, continuamos pastando felizes.

São uma minoria, esta elite, mas que mesmo assim se impõe, pois: não os vemos e não entendemos suas técnicas de manipulação e agressão; Pois nossa população perdeu a sua força rebelde com o assassinato e adoecimento de suas forças políticas e integrantes divergentes; pois nos tornamos passivos, ignorantes em virtude de nossa covardia e pelas substancias a que somos induzidos a consumir através de água, alimentos, medicações e envenenamentos que nos tornam apáticos, pouco racionais, que diminuem nosso poder de memorização dando a esta elite uma grande vantagem em seu esforço em manter sua hegemonia; pois somos manipuláveis, ignoramos aqueles que diretamente são agredidos e muitas vezes nos unimos para agredir também, achando que faremos parte de alguma coisa, quando na verdade estamos agindo como cachorrinhos leais àqueles que irão assassinar nossos familiares e a nos mesmos quando comprometermos as suas estabilidades.

Lembremos do linchamento empreendido ao músico Cazuza, quando este afirmou que “... a burguesia fede...”. Acredito que este artista foi e, bem como, diversos outros, continuam sendo torturados e assassinados, diante dos olhos de todos nós sem qualquer intervenção ou oposição.

Suponho que foram envenenados por radiação dentro de suas próprias casas, diante de suas próprias famílias, durante anos, sem que pudessem opor qualquer defesa e sob os olhares dos seus próprios assassinos que provavelmente assistiram, divertiram-se com os mais íntimos e privados momentos de dor destas vítimas, através de câmeras inseridas em todas as suas residências. E provavelmente lucram com isto efetivando uma espécie mórbida de ironia.

Assim passo a dissertar criticamente sobre possíveis violências institucionais, não necessariamente idealizada ou efetivada pelos anteriores ou atuais políticos dentro ou fora do governo, mas que possivelmente orquestradas por grandes elites econômicas de nosso país ou de outros com grande influência sobre a manipulável e desqualificada classe política de nosso Estado.


ASSISTENCIALISMO OU GENOCÍDIO INSTITUCIONAL

Apresento hipóteses deduzidas de um cenário induzido, a partir de fatos diversos e verídicos, registrados e divulgados pelas mídias ao longo de nossa história. Para esta indução orientei-me por princípios básicos presentes na natureza da constituição moral e ética de nosso povo, qual seja, parca humanidade, racionalidade, coesão integrativa e orgânica, cultural; e pela natureza e necessidades da manutenção de nossa elite.

O Brasil custeia o tratamento para AIDS, este tratamento é gratuito e oferecido à população através do SUS. Para que a o sistema de saúde do estado possa efetivar esta política assistencial à saúde pública terá que adquirir os medicamentos para esta finalidade.

Estes remédios para tratamento da AIDS custam milhões de reais ao Estado. Os recursos então são escoados para o setor privado. Diante de uma imposição ao tratamento de uma doença específica preferencialmente diante da negligência ao tratamento de outras cogito a seguinte possibilidade:

O principal motivo seria o de beneficiar a população doente de AIDS, apesar do verdadeiro genocídio por meio de outras doenças diariamente; ou o principal motivo desta opção política seria a de transferir recursos públicos para as indústrias de remédios. Assim a opção política de oferecer remédios e tratamento gratuito à população seria um meio para se atingir a este objetivo, o de incrementar o lucro de indústrias.

Adicionalmente apresento a hipótese de que certas doenças seriam criadas para eliminar o excedente populacional e eliminar determinadas pessoas que divergissem dos ideais da elite vigente sem levantar suspeita. Assim ter-se-ia que questionar a própria força de mortalidade desta doença bem como a de sua própria existência, pois poderia ser uma invenção para justificar adoecimentos criminosos através de meios diversos, como por exemplo, radiação.

Todavia, tanto num caso como no do outro, estar-se-ia diante de uma situação concreta, o do endividamento do estado. Com a utilização de enormes quantias de recursos públicos o Estado ver-se-ia obrigado a negligenciar outras necessidades para cumprir o seu dever de disponibilizar estes medicamentos nas redes públicas. Porém o seu dever legal e constitucional quanto aos provimentos das necessidades da população persistiria.

Assim cria-se uma possibilidade prática para a resolução deste problema e em que acredito poderia estar sendo posto em prática. Seria o de negar o fator desencadeador da necessidade de se adquirir os medicamentos para a AIDS. É importante evidenciar que se de um lado, ao Estado, vem a ser negativo o aumento da necessidade de aquisição de remédios, de outro, vem a ser positivo para as indústrias que os fabricam.

Se, do lado do Estado, negar a doença seria uma forma de resolver e estancar o escoamento de recursos para as indústrias farmacêuticas; de outro lado, o aumento da doença seria um meio para maximizar os lucros destas indústrias. O adoecimento da população é um fato gerador de despesas para o Estado e gerador de lucro para as indústrias. Para a resolução deste problema, não submetendo-se à ética, moral, constitucionalidade ou legalidade, seriam opções possíveis e práticas: curar as pessoas; matá-las para não precisar curá-las; ou negar a doença. E assim o escoamento dos recursos seria interrompido.

Assim diante destas alternativas concretas poder-se-ia entender o aumento de óbitos a negligência com certos profissionais da saúde, a proliferação da utilização de certas substancias alucinógenas e que justificam a mortalidade dentro da população, como o do crack, etc.

A negativa da doença consistiria em negar o diagnóstico de determinada doença. No caso da AIDS os respectivos doentes teriam diagnóstico de doença diversa daquela que se quer negar. Um exemplo seria o do câncer, então um aidético seria informado de que estaria com câncer ao invés de AIDS. Haveria toda uma manipulação nos exames, agressão de profissionais para intimidá-los para manter a farsa, restrição de sua atuação ou impedimento do exercício profissional por aqueles que não se intimidam.

Acaso esta hipótese fosse acertada, a diminuição da AIDS estaria relacionada com o aumento de casos de câncer ou vice-verso, acaso a doença a ser negada fosse o câncer. Estas doenças proporcionariam sintomas muito semelhantes.

Dentro deste cenário hipotético deduzo que se abriria a possibilidade de assassinatos: diante da negativa de certa doença, então se poderia contaminar determinadas pessoas, quando de vacinações em massa, como, por exemplo, a febre amarela, gripe do porco, etc. e este crime seria acobertado pelo próprio diagnóstico alterado para o de câncer.

Assim concluo que adoecimento por câncer deve ser investigado para se eliminar a hipótese de diagnóstico falso, fazendo-o ser submetido a quimioterapias até a total fragilização de saúde da vítima; ou de negativa de diagnóstico de AIDS, o que faria o doente ser submetido a tratamento para o câncer quando deveria ser tratado como doente de AIDS e que lhe levaria inevitavelmente ao óbito.