As agressões ocorreram no último domingo (29), após a derrota do Vasco para o Botafogo ("vice de novo"). Um grupo de integrantes de uma torcida organizada do Vasco reconheceu um torcedor do Flamengo dentro de um ônibus. Bruno de Santana Saturnino, de 31 anos, tentou fugir pela janela, mas foi alcançado e espancado. Ele estava internado até esta sexta-feira, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
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Líder espiritual da Igreja sueca do "Ctrl C + Ctrl V" diz que o Brasil esta anos a frente do que nós!

Isak Gerson
Lema:"Copie e semeie”. Essa mensagem é considerada sagrada para Igreja Missionária do Copimismo, que prega a cópia e o compartilhamento de arquivos. Em poucas palavras, é uma espécie de culto ao "Ctrl C + Ctrl V". Para compreender melhor os preceitos e práticas do Copismo, ouvimos a opinião de seu líder espiritual, o sueco Isak Gerson, de 19 anos (veja abaixo).
A palavra Copimismo é um neologismo em português para “Kopimism”, que por sua vez tem origem no termo “kopimi”, que soa como “copy me” (copie-me, em inglês). Assim como uma religião comum, ela possui hierarquia, missas e orações – chamadas por Isak de “encorajamentos”.
Mas as semelhanças param por aí: no lugar de uma Bíblia, os copimistas têm uma Constituição (que já ganhou tradução para o inglês). Outro ponto controverso para quem segue a religião é a compra e venda de material com direitos autorais (como um DVD ou um software), prática em desacordo aos preceitos copimistas, se levados "ao pé da letra".
Segundo Isak, a organização religiosa foi reconhecida e legalizada pelo governo da Suécia; o jovem apresentou o documento de registro. A Agência de ServiçosAdministrativos (em sueco, Kammarkollegiet) também confirmou a inscrição e explicou, por e-mail, que desde 2000 registra comunidades religiosas no país; isso protege o nome dessas organizações e permite que recebam ajuda governamental para calcular taxas cobradas de membros.
Depois do anúncio, que ganhou o noticiário mundial, os missionários copimistas conseguiram em menos de duas semanas seguidores em outros treze países (Estados Unidos, Canadá, Dinamarca, França, Grécia, Índia, Japão, Israel, Itália, Holanda, Nova Zelândia, Romênia e Rússia).
Isak afirma que a igreja já possui cerca de 4 mil membros, alguns deles brasileiros – embora o país ainda não esteja listado no site oficial dos religiosos. O Brasil, aliás, ganhou elogios do líder espiritual. “Pelo que vejo no noticiário, o Brasil parece ser um país bem copimista. Vocês parecem estar anos a frente do que nós”, comentou.
O jovem sueco, estudante de Filosofia na Universidade Uppsala, trabalha como contador para o movimento estudantil. Ele teria sido “escolhido” pelos seus pares como líder espiritual, mas afirma ser cristão.
Copiado do: drfernandoortiz
Abençoado seja o CTRL+C CTRL+V
Enquanto a maioria dos países se viram do avesso tentando acabar com a pirataria, a Suécia abraçou a causa com fervor religioso. Bom, pelo menos parte dos suecos o fizeram. A chamada “Igreja do Kopism”, que tem como símbolo sagrado nossos grandes amigos, os comandos CTRL+C CTRL+V, foi reconhecida oficialmente como religião no país, de acordo com o site da revista The Hollywood Reporter.
Na imagem, uma tela do site do movimento. Em tradução livre, a frase diz: “a internet é meu cérebro distribuído”.
A instituição idolatra o compartilhamento de arquivos e conta com 3 mil integrantes. A “religião da pirataria” existe desde 2010, quando foi fundada pelo Young Pirates, movimento de jovens que integram o controverso Partido da Pirataria, na Suécia.
O movimento Kopimi (que soa como "copy me", termo em inglês para “me copie”), já havia tentado ser reconhecido duas vezes, mas agora a Igreja do Kopimism finalmente pôde oficializar.
O site do Kopimism afirma que eles consideram a informação sagrada e que compartilhar arquivos é como um ato sagrado, como rezar.
Agora, por mais que o governo sueco tenha dito amém para a pirataria como religião, continua mantendo a atividade ilegal.
Copiado do: rollingstone
Cartel de mortes: grupo matava pessoas e fazia salgados com a carne
A Polícia Civil informou que o homem e as duas mulheres, que prestaram depoimento na Delegacia de Garanhuns na última quinta-feira (12), suspeitos de matar, esquartejar e enterrar duas mulheres, fariam parte de uma seita, que pregava a purificação do mundo e a diminuição populacional.
A meta seria matar três mulheres por ano. Os suspeitos ainda teriam comido a carne das vítimas para "purificar a alma". A informação está em um relato, escrito pelo homem, com os detalhes do crime.
A meta seria matar três mulheres por ano. Os suspeitos ainda teriam comido a carne das vítimas para "purificar a alma". A informação está em um relato, escrito pelo homem, com os detalhes do crime.
polícia informou também que uma das suspeitas assumiu que usava o nome de uma mulher assassinada pelo próprio grupo em 2008, em Olinda. Essa vítima seria a mãe da criança de cinco anos que morava com os três.
“Segundo os envolvidos, eles participam de uma seita chamada Cartel. E que teria uma seita contrária que seria chamada de “M” [das "mulheres impuras"]. Toda a culpa de eles estarem presos seria porque “M” interferiu nos planos deles”, revelou o delegado Wesley Fernandes, responsável pelo caso. Ele também explicou como o grupo escolhia as vítimas. “Segundo eles, ao passar pelas pessoas, uma entidade alertava que eram pessoas más”, disse.
As vítimas seriam atraídas até a casa dos suspeitos através de uma falsa promessa de emprego de babá. A mãe de uma das mulheres encontradas em Garanhuns contou como a filha encontrou o trio. “Ela fez plano, ficou alegre e disse: ‘mainha, com o primeiro salário que eu receber vou fazer logo meu barraquinho. Compro os tijolos e depois eu vou juntando a mão de obra’. Mas a gente estranhou porque um salário e meio, aqui, ninguém paga”, falou Selma Maria Leandro da Silva, mãe de Alexandra da Silva Falcão, desaparecida desde 15 de março. Exames ainda vão confirmar a identidade dos corpos encontrados.
O delegado Wesley Fernandes informou que o trio já teria planos de assassinar outra mulher, moradora do município de Lagoa do Ouro, que fica próximo a Garanhuns. A polícia também achou a certidão de nascimento da criança de 5 anos que vivia com os suspeitos. Ela seria fiha de uma mulher assassinada em Olinda.
A menina teria presenciado os assassinatos e revelado detalhes para a polícia. “Essa criança está no Conselho Tutelar, sob cuidados e vigilância do Juizado da Infância, que está tratando de todos os trâmites legais no sentido de conseguir um novo lar", informou o delegado.
Na manhã da quinta, a população de Garanhuns incendiou a casa dos suspeitos. Segundo a polícia, isso pode atrapalhar as investigações. “A população, com revolta e querendo se vingar, tocou fogo na casa achando que estava ajudando. Mas pelo contrário. Ontem mesmo, depois do depoimento que a gente colheu dos três autores, a gente descobriu que há possibilidade de ter provas de outros crimes lá”, falou o comissário Cristiano Holanda.
Publicação - O homem suspeito de comandar o trio nos assassinatos fez um livro, ilustrado e registrado em cartório, onde conta detalhes dos crimes e da vida dele. Nas páginas, há informações de que ele era formado em Educação Física e era faixa preta em caratê. A publicação também informa atos de canibalismo. Os três comeriam a carne das vítimas para "purificar a alma".
Entenda o caso - Um dos dois corpos seria de uma mulher desaparecida desde fevereiro; o outro, de uma mulher de 20 anos, que sumiu no dia 15 de março. Depois de as famílias das vítimas prestarem queixa na delegacia, a polícia chegou até os suspeitos quando uma fatura de cartão crédito chegou à casa de uma das mulheres. Imagens das câmeras de segurança de lojas onde as compras foram efetivadas mostravam os suspeitos.
As vítimas também teriam sido vistas perto da casa dos suspeitos antes de desaparecerem. A polícia conseguiu mandados de prisão e de busca e apreensão e, ao ser abordada, uma das suspeitas teria assumido os crimes e revelado o local onde as vítimas foram enterradas.
Copiado do: G1.
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